14 de out. de 2019
Por Duda Conti

Textinhos da Duda / To Esperando Cê Voltar


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23 de ago. de 2019
Por Elis Finco

A Bastarda / Nahra Mestre

Título: A Bastarda  (Série Damas Perfeitas # 5)
Autora: Nahra Mestre
Gênero: Romance / Romance de Época
Editora: Portal
Páginas: 213
Avaliação: 5/5

Sinopse: Depois de forjar o próprio casamento para conseguir se livrar dos fantasmas do passado, Ann Granville Anson se vê perdida e precisa duelar com todas as suas fraquezas para recomeçar sua vida. Ainda que não se sinta preparada, a filha bastarda da mulher mais cruel do Reino Unido precisa juntar forças para consertar os erros do passado de sua família.
Mas Ann não contava com a presença de Marcos, um escravo liberto, que chegou trazendo um sopro de esperança.
Marcos e Ann descobrem que certos sentimentos são incontroláveis, mas a vontade de ficar juntos pode não ser suficiente para os exigentes padrões da sociedade inglesa.
O último livro da série Damas Perfeitas retrata amores improváveis e proibidos, mas, acima de tudo, revela ao leitor o mistério escondido por trás das histórias publicadas anteriormente.

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9 de ago. de 2019
Por Elis Finco

A Estrangeira / Chirlei Wandekoken

Título: A Estrangeira (O quarteto do Norte #1)
Autora: Chirlei Wandekoken
Gênero: Romance / Romance Histórico
Editora: Pedrazul
Páginas: 340
Avaliação: 5/5

Sinopse: Na primeira metade do século XIX, Eliza se viu sozinha em uma terora tomada por facções rivais. Sem meios, à mercê de abusos, ela aceita se casar sem amor com um aristocrata e capitão do exército da Prússia, Joseph Dahmann. Porém, no dia do casamento, Joseph foi tirado do altar por soldados da facção austríaca, liderada pelo seu próprio irmão, o coronel Heinz Dahmann. Forçada pelo cunhado a viver em um cativeiro, assediada dia e noite, ela foge para a Inglaterra à procura de seus parentes. Mas, quando chega à Inglaterra, nada era como ela esperava. Não havia tia, nem tio e nem primos à sua espera. Somente uma velha cabana vazia na qual ela tiritava de frio. Em Londres, o nono conde de Northumberland, ou conde Hotspur como era conhecido, é chamado de volta a Alnwick Castle, no extremo norte da Inglaterra, pois o escudeiro de seu falecido pai havia morrido, e na cabana do velho rendeiro, uma estrangeira havia chegado.

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Vou começar a compartilhar com vocês os livros da autora que me conquistou ano passado e que, definitivamente, me fez querer ler tudo e qualquer coisa que ela escreve. Estou falando da Chirlei Wandekoken, que é autora da editora Pedrazul. Você será levado a um universo vasto e maravilhoso, te prometo que não será trabalhoso, ao contrário, será maravilhoso e encantador e pode te preparar para ler em breve aquele clássico que você vive com vontade de ler.

Então, hoje trago a vocês o primeiro livro da série O Quarteto do Norte, A Estrangeira. Com uma história original e emocionante por se tratar de uma história de ficção que mistura ingredientes reais da história da própria autora, para homenagear e ambientar esse romance que intercala passado e presente em alguns momentos, para esclarecer fatos e acontecimentos.Você será levado a um universo vasto e maravilhoso, te prometo que não será trabalhoso, ao contrário, será maravilhoso e encantador e pode te preparar para ler em breve aquele clássico que você vive com vontade de ler.

São duas histórias contadas ao mesmo tempo até elas se entrelaçarem e seguirem juntas. Porém, tudo é feito de uma forma tão leve e linda que antes de você notar, já estará irreversivelmente dentro da história.

“Nada podia ser como antes, algo mudara repentinamente, mas de maneira indelével; e seus planos tomaram outro rumo. Como podia se casar com o conde de Douglas se o cavalheiro do rio não lhe saía da mente?”

Narrado em terceira pessoa, com um único ponto de vista, a leitura fica rápida e fluída de cara você se encanta por alguns personagens e já detesta outros, mas é preciso a leitura de um pouco mais da história para realmente tomar partido. Desde o início você se encanta com as personagens femininas que tem muito mais que beleza; são fortes e a frente do seu tempo em suas ideias e personalidades. Cada personagem é único e marcante durante a trama que te mantém preso a ela como uma novela, que a cada fim de capítulo te deixa ansioso pela continuação no próximo.

Eu, sinceramente, não vejo um modo de não se apaixonar pelo conde Hotspur, e não torcer pelo final de Eliza. A história dos ancestrais do conde e a verdade por trás da história de Eliza são brilhantemente contadas. Além de todos os outros 03 integrantes do Quarteto do Norte, terem de certo modo seus caminhos desenhados para os próximos livros da série. Te deixando claro, com aquela vontade de ler o próximo livro ao final da leitura deste.

“Foi quando lorde Hotspur a viu atravessando a rua. Ela e o cão. Os cabelos mal trançados, desgrenhados, caíam sobre os ombros e eram jogados no rosto pelo vento. Ela sacudia para tirá-los de sua visão. Trazia uma cesta na mão, uma simplicidade desconcertante, coloridamente intrigante, diferente de tudo que ele já vira.” 

As descrições de lugar, história e personagens trazem à vida a sensação dos acontecimentos e te afeiçoam de modo de torcer por - ou contra - elas. Depois de um tempo os fios da trama estão tão conectados que os mistérios te deixam a beira do desespero para saber como tudo será resolvido, para que aconteça o tão desejado final feliz, apesar de que permanece a dúvida se isso será possível.

Não perca a oportunidade de perder-se na Inglaterra com essa história, mais apaixonante que os romances de época e, também, ainda mais emocionantes!

Sobre a edição: Encadernação e o papel e a diagramação são perfeitos para a leitura. Letra num ótimo tamanho, inícios de capítulos com bordas e citações impecáveis, notas de rodapé informativas e que adicionam conteúdo a leitura, além de facilitar o entendimento da história. Uma revisão muito bem-feita e sem erros de ortografia.

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5 de ago. de 2019
Por Duda Conti

Textinhos da Duda / O Caminho das Flores


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O avanço tecnológico é uma ferramenta que sempre esteve a serviço da arte, sobretudo do cinema. Da invenção da câmera à adição de som, e depois cor, vimos a nossa maneira de contar histórias evoluir obra a obra através das décadas. Branca de Neve e os Sete Anões (1937), inovou sendo o primeiro longa animado, com uma técnica nova de adicionar pinturas reais a cenários animados e fazendo de seu filme um deslumbre de fantasia; Toy Story (1995), após anos de animação tradicional, revolucionou nossa forma de ver filmes com a animação computadorizada 3D, seguindo, também a tendência de contar histórias para crianças e adultos inaugurada pela maior animação daquela década, a adaptação de Shakespeare conhecida como O Rei Leão (1994) - se você não sabia, tente ler Hamlet e não reconhecer Musafa, Simba e companhia. Agora, em pleno 2019, O Rei Leão ganha uma nova cara e eu quero discutir com você se dessa vez ainda dá pra dizer que a tecnologia é mesmo essa amigona da arte que eu falei. Pegue a sua querida fita verde empoeirada, vem comigo e Hakuna Matata!

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30 de jun. de 2019
Por Duda Conti

Textinhos da Duda / Hoje Eu Não Vou Pensar em Você




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    Eu, assim como você, depois de chorar e entender que eu não era mais criança junto com Andy ao assistir Toy Story 3 (2010), dei a franquia dos brinquedos vivos como encerrada com chave de ouro e sem defeitos. Por isso, também como você, eu entoei um sonoro "PRA QUÊ?!" quando anunciaram uma sequência que, ao meu ver, era completamente desnecessária. Pois bem, o problema é que a Pixar ainda é a Pixar e por mais reticente que estivéssemos sobre este novo filme - eu não queria nem assistir, tamanha birra que estava - como todo bom produto da Pixar, ele não pode ser ignorado. A conversa daqui para frente é sobre a grande mensagem de Toy Story 4 (2019): Maturidade. Só bora!

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