30 de jun de 2019
Por Duda Conti

Textinhos da Duda / Hoje Eu Não Vou Pensar em Você




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    Eu, assim como você, depois de chorar e entender que eu não era mais criança junto com Andy ao assistir Toy Story 3 (2010), dei a franquia dos brinquedos vivos como encerrada com chave de ouro e sem defeitos. Por isso, também como você, eu entoei um sonoro "PRA QUÊ?!" quando anunciaram uma sequência que, ao meu ver, era completamente desnecessária. Pois bem, o problema é que a Pixar ainda é a Pixar e por mais reticente que estivéssemos sobre este novo filme - eu não queria nem assistir, tamanha birra que estava - como todo bom produto da Pixar, ele não pode ser ignorado. A conversa daqui para frente é sobre a grande mensagem de Toy Story 4 (2019): Maturidade. Só bora!

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Título: Reino de Aequalis
Autora: Tânia Gonzales
Gênero: Fantasia/Romance/Cristã
Editora: UpBooks
Páginas: 300
Avaliação: 5/5💖
Sinopse: Será que você consegue imaginar um lugar cheio de árvores, flores, lagos, bosques... Florestas incríveis, que encantam os olhos dos mortais e palácios magníficos localizados nos quatro cantos do reino, para que a amada família real possa participar da vida de seu povo e zelar pelo bem estar de todos?
Será que você consegue imaginar um lugar onde as pessoas são felizes porque vivem em um reino de justiça, paz e perfeita harmonia?
Você consegue imaginar um lugar onde todos têm casas para morar, alimento em abundância e amam o seu trabalho? Greves? Não! Manifestações contra o rei? De jeito nenhum!
Um lugar assim parece uma utopia, não é? Mas este lugar existe... Este lugar é o “Reino de Aequalis”! Você não encontrará Aequalis em mapas e não saberá quando tudo aconteceu... Ah, você gosta de datas, não é? Perdoe-me, mas não as terá, mas a partir de agora você conhecerá os habitantes deste reino, especialmente a família real e os “diferentes"...
E então poderá dizer se o “Reino de Aequalis” é realmente um reino de justiça, paz e harmonia.

Quem diria que eu encontraria uma fantasia tão magnifica e ao mesmo tempo tão cheia de lição, preciso aplaudir a autora, por essa fantasia tão original que soube mesclar um pouco da realidade. Para quem não sabe, esse livro fala sobre inclusão social, e ela mostra que por mais tudo possa viver em perfeita ordem, nunca, mas nunca mesmo, haverá um só ser satisfeito, e é aí que mostramos, que falamos, que não existe perfeição quando certos mistérios estão escondidos debaixo do tapete. Ah, sabe que não existe ninguém perfeito né, o fato termos alguma deficiência não quer dizer que não somos seres humanos e nem quer dizer que somos incompletos (fica a dica 😉).

Agora vem viajar comigo...

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"Olha eu vou lhe mostrar se é que presta esse filme, já que o ingresso está caro e você não quer gastar..."

Há quem diga que a onda de remakes dos clássicos da Disney é uma jogada  preguiçosa do estúdio - ao invés de apostar em novas histórias, o argumento dos críticos a este movimento é de que apostam em histórias requentadas devido à falta de criatividade. Desta diretriz, tivemos obras que se propuseram a dar novas visões ao material original e souberam inovar - com qualidades vacilantes - como Alice no País das Maravilhas (de Tim Burton, 2010), Malévola (com Angelina Jolie, 2014) e Mogli (de John Favreau, 2016, ainda o melhor deles). Porém, tivemos também os que optaram por refazer o clássico apenas adicionando atores reais e atualizando a linguagem, como foi o caso de Cinderela (de Kenneth Branagh, 2015) e do sucesso A Bela e a Fera (com Emma Watson, 2017). Estes últimos, invariavelmente, embora não sejam filmes ruins, perdem de lavada para o carisma das animações pelo simples fato de ser mesmo desleal tentar competir com a magia que uma animação pode passar frente a uma produção convencional. Pois o novo capítulo dessa geração de remakes é o belo Aladdin, do diretor inglês Guy Ritchie (de Sherlock Holmes), que fica num confortável meio do caminho entre estas duas tendências ao nos trazer uma reprodução absolutamente fiel ao original, mas conseguir o feito de ter carisma e magia próprios mesmos nos mostrando um filme que a gente já viu.

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“Parte da Jornada é o fim” já dizia Tony Stark desde o primeiro trailer de Vingadores: Ultimato (Avengers Endgame, 2019) e esta pequena frase é a síntese absoluta do que o novo filme dos heróis da Marvel traz até nós. O fim do caminho é, em si, parte dele. É na linha de chegada que percebemos a jornada, o quanto percorremos, o quanto superamos, perdemos e mudamos. É ao final da maratona que nos deixamos vencer pelo cansaço e somos acolhidos pelos louros da recompensa. É o momento de cuidar das feridas que foram abertas no percurso, deixar algumas coisas para trás e se nutrir novamente para uma nova corrida que certamente virá, mas não será agora. O fim da linha, além de ser o tempo para tudo isso, também é o momento da medalha, do troféu, da entrega daquilo pelo qual você tanto esperou. Vingadores: Ultimato é isso, um fim, e traz consigo tudo o que um bom desfecho traz. Se Vingadores: Guerra Infinita (2018) foi uma catarse, Ultimato é nada menos do que uma apoteose, uma consagração. Parte da jornada é mesmo o fim, e o nosso troféu têm 3h de duração na sala de cinema.  Vem comigo tranquilo que esqueci os spoilers em casa.

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29 de mar de 2019
Por Elis Finco

A estrangeira / Nahra Mestre

Título: A Estrangeira  (Série Damas Perfeitas # 4)
Autora: Nahra Mestre
Gênero: Romance / Romance de Época
Editora: Portal
Páginas: 170
Avaliação: 5/5

Sinopse: Em uma viagem ao Brasil, o barão de Fermoy, Lorde Edward Baldwin, conheceu a irreverente Izadora Senior. Um encantamento imediato, um romance inesperado, uma conexão que parecia já existir de outras vidas.
Quando é obrigado a voltar a Londres, a possibilidade de um reencontro se torna cada vez mais distante. Após anos ansiando por sentir Izadora novamente nos braços, Edward se vê preso a uma rede de intrigas em que precisa escolher entre defender a honra da família ou sucumbir aos seus desejos românticos.
Quando Izadora desembarca em Londres, ocorre o começo e o fim. Edward tornou-se o primeiro-ministro e a brasileira não é uma dama aceitável para um cavalheiro nessa posição.
Impossibilitado de abandonar sua carreira, o barão se vê mais uma vez dividido entre o amor e o dever, mas é incapaz de se afastar da estrangeira irreverente que não segue padrões.
O quarto livro da série Damas perfeitas nos faz enxergar além e que, na verdade, nada é como parece ser.

Para adquirir: A Estrangeira por Nahra Mestre 
Link livro físico: encurtador.com.br/wJRS5
Link e-book Amazon: http://a.co/d/a49rZTe


A estrangeira, nos leva de volta um pouco no tempo, onde um jovem Lorde Edward Baldwin, barão de Fermoy, faz uma viagem a freguesia do Brasil. Em busca de uma sociedade e uma saída para os problemas da família. E assim, somos levados a começar a conhecer segredos não contados nos livros anteriores. O que torna essencial que você tenha lido os livros anteriores, ou ao menos a viúva antes de começar essa história.

Porém, de todas as surpresas que a viagem a longínqua terra poderia criar, em nenhum momento Edward poderia se quer sonhar com algo parecido a Izadora Senior. Quase como uma força da natureza, ela agrega o que existe entre uma lady inglesa e uma brasileira, não apenas da casa grande, mas da terra, do terreiro do próprio Brasil. Talvez o clima do tempo, que o recepcionou já tentasse antecipar o encontro de ambos.

"Poderia chegar a lady, embora eu ache pouco provável - ela respondeu num inglês fluente, deixando sr. Joaquim atordoado -, mas não acredito que chegaria a ser sua senhora algum dia."

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Título: 100 Dias na Terra
Autora: Rúbia Alburquerque
Gênero: Ficção Científica/Romance/Cristã
Editora: UpBooks
Páginas: 220
Avaliação: 5/5💕
Sinopse: Calebe é um morador de Lundi que tem como missão passar 100 dias no Planeta Terra enquanto recolhe informações para um relatório sobre como os habitantes do Planeta Terra estão sendo afetados pela Grande Guerra - um conflito entre o bem e o mal que já dura milênios. Ao conseguir um trabalho como fotógrafo em um documentário, ele passa a maior parte do tempo viajando ao redor do mundo para contar histórias relacionadas a grandes tragédias. A equipe começa filmando no Brasil, conversando com parentes das vítimas de um grande acidente aéreo, depois Grécia, onde conhecerá histórias de refugiados e pessoas que procuram ajudá-los, Índia – país onde a cada 21 minutos uma mulher é estuprada, Indonésia, Malásia e Tailândia, países mais atingidos por um tsunami, Ruanda, com suas trágicas histórias do genocídio, França e suas marcas devido aos atentados terroristas e finalmente os Estados Unidos e as lembranças do 11 de setembro. Calebe chega aqui com uma visão própria de um observador distante, mas isso logo muda enquanto ele vivencia novos sentimentos e situações ao conviver com pessoas daqui - especialmente uma colega de trabalho, Maria Eduarda, ou Madú. Neste livro, ficção e realidade se misturam para trazer ao leitor não apenas momentos de entretenimento, mas também de reflexão em relação a si mesmo e o mundo em que vive.
*UpBooks é parceira do blog.

Num mundo tão destituído de de piedade, o amor é um sopro de compaixão que traz a única esperança para a sobrevivência de um especie condenada.
E começo dizendo: mano, que livrão é esse!!! Sério, primeiro por ser ficção científica, algo que venho amando e pegando o gosto desse gênero, e outro, é cristão. Rúbia fez algo inédito, não só fez uma ficção cientifica com princípios cristãos, mas com uma mistura de culturas, pensamentos diferentes, e um sentimento muito, mas muito intenso sobre as tragédias que ocorreu ao redor do mundo todo, e Calebe sente algo novo, inesperado, ele sente o que é ser humano e isso o muda toda a sua visão, dando-o um novo olhar sobre o Planeta Terra e seus viventes. 

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